sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Ritual Organizacional


    O ritual organizacional de determinada empresa é dado como uma forma de apresentação da cultura da mesma, que trata dos hábitos, valores e crenças que são estabelecidos através de princípios e perspectivas dos administradores e colaboradores da organização.  Esta cultura por sua vez, pode ser tanto homogênea, onde esses "significados" são compartilhados por toda a empresa, quanto heterogênea, "significados" compartilhados apenas por determinados grupos da empresa.
     

"Destaques Natura"



    No vídeo acima temos um exemplo do tal Ritual Organizacional, onde a empresa (neste caso a Natura) organiza um evento como forma de prestígio para suas melhores revendedoras, dando prêmios, presentes, criando um ambiente acolhedor e horizontal. Desta forma, incentivando-as a vender mais e mais para que, as que não ganharam prêmio de Destaque, queiram se esforçar para ganhá-lo no próximo ano e, assim, sentir-se alguém importante.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Choque Cultural


Em muitos países europeus as pessoas costumam tirar os sapatos ao entrar em casa, inclusive em várias delas há um espaço ou móvel destinado aos sapatos. Aqui no Brasil esse hábito até aparece em algumas casas, mas na minoria. Isso causa um estranhamento e às vezes até constrangimento aos brasileiros ao entrar em uma casa na Inglaterra, por exemplo. Geralmente brasileiros entram já cumprimentando os anfitriões, e não tiram os sapatos. Os donos da casa são obrigados a lembrá-los, ou muitas vezes a informá-los, de que devem tirar os sapatos para entrar. Esse choque de culturas pode causar problemas ou não, dependendo do quão compreensivos ambos os lados são. Afinal, para os brasileiros parece falta de educação tirar os sapatos ao chegar à casa de alguém que não se tem intimidade, mas para muitas outras culturas, como a japonesa e a chinesa, esse hábito é muito comum.

sábado, 19 de setembro de 2015

#PARTIU refletir

Colegas queridos, assistam! 



Relato de uma ação pré-reflexiva

 Sou ciclista, e como todos, enfrento diariamente um trânsito caótico e desrespeitoso. Essa convivência com motoristas me permite afirmar que, falta de habilidade com veículos independe de gênero, raça, opção sexual e idade. Entretanto, não raramente, me pego bradando coisas como: "tinha que ser mulher" ou "tem que proibir velho de dirigir". Uma ação pré-reflexiva que me envergonha, pois vai contra tudo que penso e acredito. Trabalho diariamente para não reproduzir discursos tão disseminados em nossa sociedade, que em nada colaboram além de aumentar o ódio e a intolerância em nossa sociedade.

Ação Pré-Reflexiva

    Após participar de uma palestra sobre crenças limitantes, passei a perceber que nós, seres humanos, agimos e pensamos baseados em crenças que acumulamos pelo caminho, desde nossa criação e durante toda a vida. Crenças estas que geralmente não têm sentido algum. Frases como "o dinheiro é sujo", "tá com roupa curta porque quer chamar a atenção, prostituta!", "arrotar em público é falta de educação" são diariamente ouvidas e armazenadas pelo nosso cérebro, ainda mais na infância, onde não temos capacidade de distinguir o certo do errado, se é que existe essa distinção. Porém, mesmo estando consciente dessas reações impensadas, acabamos por cometer deslizes e aplicá-las inconscientemente no nosso dia-a-dia. Então, como todos, igualmente cometo constantemente preconceitos sem fundamentos; Semana passada, estava indo à noite para a casa da minha vó, no Bom Fim, quando, olho para trás e vejo de relance um homem negro, de mais ou menos 30 anos, com uma jaqueta preta, caminhando alguns metros atrás de mim. No mesmo instante fui tomada por pensamentos como "e se ele for um assaltante?!", "melhor apressar o passo", "e se estiver armado?!" e sem pensar duas vezes, comecei a andar mais rápido e atravessei a rua pois à alguns metros estava o meu destino. Ao chegar na porta do prédio, preferi apertar o interfone ao invés de mexer na bolsa para pegar a chave e, nesse instante, olhei para o outro lado da rua para ver onde estava o homem, quando vi ele atravessando, quase comecei a gritar para que alguém visse porque estava quase certa que ele estava vindo para me assaltar. Quando ele estava quase chegando minha vó atendeu o interfone e abriu a porta, abri e entrei o mais rápido possível e, após fechar a porta olhei pra rua em busca do tal "assaltante" e quase morri de vergonha de mim mesma quando ao olhar para a porta da casa ao lado vi ele pegando as chaves e entrando "nossa, como eu sou idiota, era só o vizinho!".

Produto voltado para a classe C - Parte 2

E quem não tem cão caça com gato
Falsificações de celulares são consideravelmente mais baratas e extremamente parecidas com os originais, mas para por aí mesmo. Como o vídeo a seguir demonstra, a experiência nos celulares é bastante diferente, mas irrelevante para quem precisa se afirmar na era dos smartphones, mesmo que por meio apenas de aparências.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Produto voltado para a classe C




Fonte: http://www.proxxima.com.br/mob/negocios/noticias?path=/home/negocios/2014/11/07/Apple-coloca-iPhone-6-a-venda-em-ate-24-vezes